quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Do Blog do Xico Sá



Não resisti. Tive que copiar. O original, aqui.

"...Era um tempo de muita decência e elegância entre machos & fêmeas, não tinha essa modinha terrestre de “preciso do meu espaço”, ai, ui, que frescura! Era um tempo de vem cá meu bem, vamos rachar a taboca do universo, cola bonito, gruda a costela-superbonder na minha cama de mola, pula dentro desse vestido e vamos humilhar a pista com o rock que ressuscita ladrilhos pré-históricos e faz de lagartixas os dinossauros mais modernos de 2046..."

E aí vem, logo abaixo:

"...em vez de perdidos no espaço com suas dê-érres (discussões de relações sem pé nem cabeça), sabiam que o eterno é o melhor que se faz agora, assim na terra como nas galáxias, sabiam que o moderno do moderno, de qualquer época, é igual a um “eu te amo” da heroína de Flash Gordon... não sai de moda nunca, never, forever, nevermores ao infinitum..."

Póde esse Xico Sá? Tipo Chico Buarque do agreste. Não pode, não fala assim não, senão...

5 comentários:

Mariana Dall' Acqua disse...

PERFEITO AO MEU VER!

Flor de raposa disse...

Xico arrasa.

Camila disse...

senão a gente apaixona!!!!!!!!!

PORRA!!!!!!

cadê os xicos do nosso mundo?

Waldemar Neves disse...

aqui.

Manu disse...

"Sabiam que o eterno é o melhor que se faz agora, assim na terra como nas galáxias". PERFEITO.